Koningsdag: a maior festa holandesa

Programação, dicas e muitos detalhes sobre o dia do Rei!

A mudança do trono holandês

Porque e todos os detalhes da cerimônia que aconteceu em 2013.

Anfiteatros romanos: visite também os que estão fora da Itália

O Anfiteatro de Pula, na Croácia e outros Anfiteatros do mundo.

O Revellion dos Chilenos

Conheça o revellion mais carnavalesco que já tivemos!

terça-feira, 22 de julho de 2014

5 motivos para você ir à Parada Gay de Amsterdam

A Holanda é um país rotulado como liberal, por causa do casamento gay, sexo nos parques, maconha liberada, etc.
Não gosto de rótulos. Acredito que não devemos julgar nada, e precisamos viver certas coisas para tirarmos interpretações.

Sim, em geral os holandeses são tolerantes, mas como meu colega Daniel Duclos sempre fala: não quer dizer que todo mundo é. 
Há de se concordar que os os holandeses são mais frios que nós, brasileiros. Ou seja, os holandeses são pessoas mais difíceis de conquistar. Eles não são muito de abraçar e beijar. 
De novo: há as exceções, mas no geral eles são assim. Porém, quando você os conquista, eles te confiam a vida, e você conhece pessoas completamente diferentes da primeira impressão. 

Definitivamente, aqui, a primeira impressão não é a que fica. Por isso, não julgue o produto pelo rótulo, ou o livro pela capa.
Os holandeses têm um humor negro, que muita gente não gosta, e não se adapta. Eles fazem piada que muitas pessoas podem considerar como de mal gosto, mas é porque eles são extremamente diretos, e detestam rodeios. Chato? Para muitas pessoas pode até ser, mas se você está aberto a entender a cultura, você aprende a lidar.

Muitos os consideram como pessoas tristes, porque o país é frio, venta muito, e chove bastante durante o ano inteiro. Eu discordo. Acho os holandeses pessoas super felizes, praticam esporte o ano inteiro, vão para todo lugar de bicicleta, tem um país pequeno, mas com muitos parques nacionais, patinam no inverno nos canais, aproveitam o calorzinho do sol, sabem os limites do respeito e da educação, são super independentes e, quando podem, sabem fazer festa. 

A Parada Gay de Amsterdam é uma das mais famosas do mundo. Não só pela festa enorme que é - que festa, viu?! -, mas também porque muita gente participa, do mundo inteiro, não só os holandeses.
Logo da Amsterdam Gay Pride

Resolvi listar aqui 5 motivos que tornam a Parada imperdível para todos, e porque vale a pena estar na Holanda no início de Agosto para participar desse grande e importante evento.

Somos todos iguais: tolerância.
O sentido maior da parada é esse, e eu acredito que não há melhor forma de lembrar que ninguém é superior ou diferente de ninguém.
Talvez a festa seja o melhor momento de mostrar que não existe distinção entre as pessoas. Ricos, pobres, brancos, negros, mulçumanos, judeus, heteros, homos, brasileiros ou holandeses. Somos todos seres humanos, e no fundo eventos como esse servem para lembrarmos disso. Longe de mim dar lição de moral, até porque aprendo todos os dias, mas conversando com amigos holandeses e lendo sobre o evento, acredito que é essa a mensagem que eles querem passar.


Crianças, jovens, adultos e velhinhos sem restrições, como em um carnaval, todo mundo junto e misturado podem brincar.
Os holandeses tem orgulho de algo que eles construiram, que é essa tolerância, onde não há preocupação com julgamentos, fazendo com que todos entrem no sentido da parada.

Há também os que não curtem tanto a bagunça que é feita na cidade - tão grande quanto a do Dia do Rei -, mas não há quem não abra um sorriso para a irreverência, e quase todos apoiam o sentido.


A cidade pintada de rosa
Balões, decorações, plumas. A cor rosa vai parar nas casas, na roupa das pessoas - meninas e meninos! -, nos carros e até nos sacos de lixo!
Não esqueça de usar algum acessório pink. ;)



Irreverência
Te garanto que você vai dar, no mínimo, boas risadas com as figuuuuras que aparecem. Gente vestida do que você menos imaginar, muitas cores, música, pessoas pintadas, vários idiomas, pesoas do mundo inteiro. Uma animação só!
Olha o bote salva-vidas - Foto: Entretulipas
Festinhas particulares, com comes e bebes - Foto: Entretulipas
Pelos canais
Olha se você quer alugar um barco nesse dia, é bom reservar com bastante antecedência, mas vale a pena. Os canais ficam um caos, mas no bom sentido. Cada barco faz sua festa particular, em que todos participam e interagem com os outros barcos e com as pessoas nas ruas. Música, comes e bebes e dança. Nesse dia, não dá para navegar com pressa.
Fica a dica: existem alguns barcos oficiais que têm grandes festas, e você pode comprar o ingresso. Vale a pena dar uma olhada no site se você topar aproveitar a festa da forma mais irreverente e mais holandesa possível.



Festa nas ruas
As festas não são só nos canais, mas nas ruas, casas e bares também. A decoração rosa entra na casa das pessoas, que reunem-se com grupos de amigos - e agregados (sempre tem os furões!) -, ou vão até os bares na beira dos canais, tudo para ver o desfile de barcos passar.



É ou não imperdível?! 
Em 2014, a semana do orgulho Gay de Amsterdam começa no dia 26, e a Parada acontece no dia 2 de agosto, para encerrar com chave de ouro a semana.
Mais informações vocês encontram no site da Parada, inclusive como comprar ingressos para os barcos mais animados da festa.

Lembrando que...
Para os que estão chegando na cidade nesse dia ou indo embora, lembrem-se que esse tipo de festa acarreta em mudanças no transporte público. É bom programar-se antecipadamente nesse sentido.


Vamos a La Playa, ô ô ô ô. A praia - sem água de coco - da Holanda

Isso mesmo. Vocês não leram errado, dá sim para ir à praia na Holanda.
Zandvoort aan Zee, uma das praias holandesas,  no verão, em um dia quente - Foto: Entretulipas

Bom, vamos ser honestos que o verão holandês não é lá essas coisas. Durante os três meses de verão, você terá, no máximo, uns 20 dias de temperaturas realmente quentes, na faixa dos 28 - 30 graus.


Zandvoort aan Zee no verão também, mas em um dia mais frio. Notem a quantidade de surfistas no mar - Foto: Entretulipas

Para mim isso é uma boa notícia, já que eu nasci em um lugar que faz MUITO calor o ano inteiro (para quem não sabe, sou pernambucana), mas eu prefiro as temperaturas mais baixas.
Nada de palmeiras e nem coqueiros em Zandvoort aan Zee. - Foto: Entretulipas

Tá bom, eu confesso que sou rata de praia - vocês podem comprovar pela quantidade de posts sobre as praias do Nordeste brasileiro aqui no blog -, e eu concordo que a melhor associação que podemos fazer com a palavra verão é... praia!

Vale lembrar que as praias que estamos acostumados a ver tem água de coco, coqueiros, águas quentinhas e azuis, uma boa caipirinha, vários ambulantes caminhando o dia inteiro no sol escaldante (coitados!), vendendo até caldinho de feijão, e areia branquinha. 

Vocês vão me olhar e dizer: o quê?! Eu sei, esse é o padrão Nordeste do Brasil. Mas, vamos combinar que em todo o Brasil encontramos pelo menos uma coisa em comum em todas as praias: água de coco!


Verão está para praia, assim como água de coco está para o verão.
Minha mãe me ensinou que não existe praia sem água de coco bem geladinha e bem docinha. E, depois que a gente termina de tomar a água de coco, o moço da barraquinha tem que abrir para a gente comer a laminha do coco. Hummm, que delícia! 
O quê?! Nunca provou? Não sabe o que está perdendo.

E se não tem água de coco, não tem praia? Não tem verão? Bom, pelo menos não para os holandeses!
Carinha de espanto!
Foto tirada as 21h!! - Foto: Entretulipas
Isso mesmo! Nada de água de coco. Água do mar congelante e marrom, muito vento, areia mais escura do que as brasileiras, nada de coqueiros, palmeiras ou qualquer árvore, apenas vegetação rasteira. Porém, o verão aqui têm sol até às 22h!!
Carinha de espanto 2!


Pois é... Na Holanda venta MUITO, até porque o país fica abaixo do nível do mar, como eu já falei aqui algumas vezes. Por isso, são raras as praias que você vai encontrar alguma árvore. 
Cadê os coqueiros, as palmeiras?! - Foto: Entretulipas

No entorno da praia a vegetação é rasteira. Em Zandvoort, por exemplo, fica um parque Nacional, com as chamadas Dunas - que não tem nada a ver com as dunas de Natal, no Nordeste Brasileiro. São mini morros, com areia fina branca, e com vegetação rasteira, e em algumas partes você pode encontrar renas e búfalos.

Olha lá as renas! É comum ver próximo ao pôr do sol, e só de longe. Se a gente chega perto, elas correm. Notem a vegetação mais baixa, devido ao vento e ao solo mais arenoso - Foto: Entretulipas

Dunas e os bambis - Fotos: Entretulipas

Kite e Windsurfing
Voltando para as praias, por ventar muito, torna o lugar ideal para a prática desses esportes ligados ao vento. Tenho uma amiga que ela é louca por Kitesurfing, e já super me convidou para testar. Eu expliquei para ela que apenas meus pés aceitam as gélidas águas do mar holandês, e que vai demorar a convencer o resto do meu corpo a ter essa experiência congelante. Veremos...


Pôr do sol - Fotos: Entretulipas

Matando a fome
Quanto ao comércio, não há aqueles ambulantes que existem nas praias brasileiras. Há clubes, que em algumas praias desmontam sua estrutura no inverno e montam no verão, com música, bebida, comida, etc. A noite viram casas de festa. Muuuuito animado.
Ah, e há lojinhas intinerantes dentro de uma carroça puxada por um trator, e vendem batata frita e sorvete!

Olha lá a carrocinha e o trator! Todos correm para comprar seus lanches - Fotos: Entretulipas

Um dos clubes da praia - Foto: Entretulipas

Como em todas as praias do mundo que tem areia, crianças e adultos se divertem fazendo castelinhos, brincando de bola, frescoball, correndo com o cachorro, fazendo churrasco, etc.
Nos dias mais quentes, muitos arriscam entrar na água, que é bem marrom e congelante.

Cadeirinhas confortáveis, música, comes e bebes - Foto: Entretulipas

Roupa ou trajes de banho?
Quando eu postei fotos na praia, a alguns meses atrás, no Instagram, muita gente perguntou porque eu estava de calça e não de biquini. Primeiro porque estava na primavera, não estava tããão calor assim. Até estava de biquini, mas por baixo da roupa. Como eu sabia que não ia entrar na água, e eu não estava com tanto calor, fiquei de roupa mesmo.
Como vou à praia pedalando, quase sempre vou de tênis, e lá troco pela amada havaianas. Os holandeses fazem quase a mesma coisa. A diferença é que os não vão com a roupa de banho por baixo, trocam lá na hora. 

Não vi chuveiros, daqueles ao ar livre, daqueles que nas praias brasileiras têm para você tirar o sal ou refrescar-se, sabe qual é?! Visto que os holandeses que mergulham no mar consideram esse mergulho como um banho, então não espere que quando eles cheguem em casa vão tomar banho, lavar o cabelo, tirar o sal, feito nós fazemos. Talvez por isso a falta do chuveiro na praia. Eles não vêem como necessário.
O máximo que você encontra são cadeirinhas, com uma escovinha, para você tirar a areia dos pés ao ir embora.
Hora de limpar os pés. Escovinha e cadeirinha na saída - Foto: Entretulipas

Belíssimos pôres do sol - Foto: Entretulipas

O que levar?
Para a praia? O de sempre, o que você levaria para qualquer praia - toalha, protetor solar, bola, baldinho, água, suquinhos, frutas, chapeu, etc -, exceto a bebida alcóolica, que não pode ser consumida em ambientes públicos, a não ser dentro de um restaurante ou bar. Dá para fazer um churrasquinho - inclusive eu já dei a dica aqui de onde comprar a churrasqueira descartável -, mas só com suco e refrigerante! hahaha E não esqueça de recolher o seu lixo.

Dica extra do que fazer na praia:
Visitar um museu! Hã? Isso mesmo! Lá em Zandvoort tem um museu contando sobre os barcos de pesca, animais que são encontrados nos mares da Holanda, coisas que já foram encontradas nas praias, conta um pouco dos ataques da Alemanha à Holanda, na Segunda Guerra, etc. Achei bacana. Pena que é tudo em holandês.

Museu sobre a praia, em Zandvoort aan Zee. É bem pequeno, mas tem bastante coisas interessantes, como objetos achados na praia (desde baldinhos até chupetas) - Fotos: Entretulipas
E para quem quiser também, tem várias lojinhas, bares, restaurantes, bem bacanas no centrinho de Zandvoort, ou próximo as praias mais movimentadas.



Centrinho de Zandvoort aan Zee. É como se fosse uma vila de veraneio, com várias lojinhas e restaurantes, próximo a praia. - Fotos: Entretulipas

Resumo da ópera: fez calor? Corra para a praia! Pode ser para os parques também, ou para o jardim, ou para a beira do canal, ou, porque não, para um passeio de barco pelo canal? É o momento ideal de recarregar a bateria da vitamina K, a vitamina da felicidade. 
Aqui o que vale é refrescar-se com a brisa, sem água de coco!

Parques lotados nos dias de calor - Foto: Entretulipas

Água de coco só de caixinha, no supermercado. :) - Foto: Entretulipas

quinta-feira, 10 de julho de 2014

A Culpa é das Estrelas: cinco lugares para visitar em Amsterdam

Eu sei, eu sei. O filme já estreou no Brasil a quase um mês. Porém, aqui na Holanda a estréia é hoje! 

Eu adorei o livro. Chorei litros. Mas ainda não tive oportunidade de assistir o filme - claro, né?! Se ainda não estreou aqui na Holanda. Porém, desde quando eu li o livro, comecei a ler sobre as locações do filme em Amsterdam, e já sabia que alguns lugares que John Green cita no livro são fictícios, ou seja, não existem. Exemplo?! O restaurante na beira do canal, que Hazel e Gus têm uma noite incrível. Owwwnn. Corações, corações, corações.


Mas, a boa notícia para os fanáticos da obra de Green é que há alguns locais que são reais, e que dá sim para visitar! Yey! 
Então vamos às dicas de 5 lugares que estão no filme, e no livro, são lindos, e dá para visitar:

Anne Frank Huis - Fonte: Eropuit
O museu mais emocionante que já visitei.
Para quem não leu o livro, Anne Frank Frank foi uma judia que ficou escondida, junto com sua família, por dois anos nessa casa que virou um museu, em Amsterdam, durante a segunda Guerra. 

Fonte: Jspace
O livro nada mais é que o diário dessa menina, com relatos sobre o seu dia a dia escondida. Eu não vou contar o livro inteiro, até porque, para quem não leu, é um livro que vale a pena ler. O fato é que na visita ao museu você consegue imergir no passado, e em tudo o que a família passou, inclusive sentir toda o desespero deles com a invasão dos alemães ao esconderijo. 
O museu é uma forma de sentirmos um pouco como foi passar por uma guerra. É realmente um lugar imperdível, e não é a toa que as filas para visitá-lo são de, no mínimo, duas horas (Fica a dica: compre pela internet!). 
Um ponto a ser lembrado é que não é um lugar com acessibilidade, ou seja, pessoas com dificuldade de locomoção não podem visitar todos os cômodos, infelizmente.
No filme a Culpa é das Estrelas a Anne Frank Huis foi palco do primeiro beijo de Hazel Grace e Gus. Dizem que a cena é linda... Não vejo a hora de assistir!
Endereço: Prinsengracht 263-267

Hotel de Filosoof - Fonte: Beth Berens
As cenas do hotel onde eles ficam em Amsterdam foram gravadas no de Filosoof. O hotel é um três estrelas, localizado no Red Light District e é bem bonitinho.
Endereço: Anna van den Vondelstraat 6

Fonte: NBC News
3) O banco onde Hazel e Gus sentam para conversar, na beira do canal
Esse banco verde adora brincar de esconde-esconde. Desde que ficou famoso por causa do filme, o banco vive desaparecendo, e a prefeitura recolocando no lugar porque, claro, muitos turistas o procuram para tirar fotos.
Por isso, é possível que quando você for, ele não esteja lá. Mas, não é minha culpa, tá?! hahaha
O endereço é Leidsegracht 4.


Passeio de barco pelos canais de Amsterdam - Foto: Entretulipas
4) Um passeio pelos canais de Amsterdam (inclusive de barco)
Cenas sendo gravadas em Amsterdam
Todo mundo já está cansado de saber que a Holanda é país abaixo do nível do mar, e por isso há vários canais no país. Um passeio de barco é algo quase que obrigatório para os turistas, pois, depois da bicicleta, é pela água que você tem uma melhor interpretação do país. E óbvio que os personagens principais também fizeram esse passeio, mostrando a verdadeira beleza de Amsterdam. Algumas cenas dos atores caminhando pelas ruas e canais da cidade foram gravadas próximo ao endereço: Keizersgracht 510

Vondelstraat - Fonte: Google Streetview
5) A rua em que mora o Peter van Houten
Apesar do escritor ser um personagem fictício, e de John Green não falar no livro o verdadeiro nome da rua que Peter morava, supõe-se que John inspirou-se na Vondelstraat, perto do Vondelpark. A rua, como muitas das ruas holandesas, é uma fofura, com as tradicionais casinhas de tijolinhos.
Endereço: Vondelstraat

Faixa Bônus:
Na cena em que Hazel e Gus caminham para ir/ sair do restaurante, eles estão passando pelo Rijksmuseum. O local é realmente muito lindo e o museu é excelente - vou falar aqui no blog em breve.
O Rijksmuseum no fundo, e os atores caminham do lado direito dessa foto. - Foto: Entretulipas


Roteirinho legal esse... Faz você passar pelas principais áreas turísticas da cidade. :)
Tulipas <3 comment-3--="">

Gostaram? Alguém aí já foi em algum desses lugares?

quarta-feira, 9 de julho de 2014

[Crônica] A boa relação das saias com as bicicletas

Perigo, perigo! 
Saia e bicicletas parecem uma combinação impossível.
Talvez no relacionamento entre a saia e a bicicleta seja inspirado no ditado que diz: os opostos se atraem. Algo que parece destoar, as holandesas transformam em algo... natural!
Foto Henk Overbeeke

Leva as crianças para a escola, corre para o trabalho, faz compras, vai no cabeleleiro, vai para o barzinho. 
Foto: Petter Sandel

Não há como discutir: as bicicletas são as melhores amigas das holandesas. Como em toda amizade, o relacionamento entre as pessoas tem que ser bom em todos os sentidos. 
Foto Henk Overbeeke

Acima dos 20 graus? Um motivo a mais para elas tirarem as saias e os vestidos do armário.
E porque não também usar no inverno? 
Combinação super feminina e chique: usar saia com meia calça e salto (sim! Pedalar de salto é uma coisa normal).
Foto Henk Overbeeke

Não que não haja pudor, mas o ponto chave dessa questão está na cultura holandesa. Eles e elas não estão preocupados com julgamentos. Cada qual cuida da sua própria vida, das suas próprias questões. Não estão nem aí para o que o outro vai pensar ou falar. 
Os holandeses em geral buscam conforto, seja no modo de deslocar-se, seja no modo de vestir.
Foto: Arquivo Entretulipas

Saias e vestidos são sinônimos de feminilidade. Será?!
Será que ainda vale esse clichê?! Não vamos esquecer dos homens escoceses que também usam saias.

Há quem preocupe-se em não mostrar demais, e aí surgem alternativas, como prendedor para saias.


Penny In Yo Pants from Johanna Holtan on Vimeo.


Enfim, com ou sem prendedor, não é porque eu sou adepta as bikes, mas... Ah, confessa, vai, pedalar de saia tem seu charme e, melhor ainda, é saudável!